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segunda-feira, 11 de janeiro de 2010
quinta-feira, 7 de janeiro de 2010
VOCÊ CONHECE O “decreto Luciano Huck”?
Sérgio Cabral: Tragédia anunciada, sumiço e irresponsabilidade em Angra
O saldo da tragédia de Angra dos Reis, município litorâneo do Rio de Janeiro, dificilmente poderia ser pior. Mortes, pessoas desabrigadas, irresponsabilidade do poder público, inércia quanto a um desastre anunciado e a noção de que não se pode confiar em um Governador que, simplesmente, desapareceu.
Toda a catátrofe ocorrida por conta das fortes chuvas, noticiada largamente nos jornais, era de certa forma prevista. Laudos e estudos mostravam a fragilidade da região há tempos. Nada foi feito por um poder público chefiado por um Governador que, pasmem, até mesmo afrouxou fortemente, há pouco tempo, as regras para a ocupação da região atingida.
É isso mesmo que está escrito. O Governador Sérgio Cabral (PMDB) assinou decreto em meados do ano passado permitindo a construção de edificações - normalmente mansões de ricos e famosos – na área de preservação ambiental que engloba os pontos mais calamitosos de hoje.
Meses após a assinatura do decreto, que modificou as regras da APA Tamoios, o Ministério Público Federal apontou irregularidades nestas mudanças. Nenhuma providência foi tomada.
O decreto, por beneficiar as celebridades, ficou conhecido jocosamente como “decreto Luciano Huck”, em alusão à mansão que o apresentador possui na região.
Pois bem. Como se já não bastasse toda a inércia com relação a um problema grave, que poderia ter sido evitado se os estudiosos fossem ouvidos e as precauções necessárias empreendidas, e a irresponsabilidade de aprovar a ampliação da ocupação justamente desta área, o Governador ainda nos brinda com o sumiço.
Embora continue alegando que estava em Mangaratiba – município vizinho a Angra dos Reis -, em detrimento dos boatos de que teria passado o réveillon no exterior secretamente para não ser mais criticado pelas inúmeras viagens, o Governador Sérgio Cabral ainda não explicou o porquê de não ter comparecido à região da tragédia. A alegação de que a presença do Vice-Governador, Luiz Fernando Pezão, era suficiente não cola. Até mesmo aliados afirmam isso e sabem que o desaparecimento do Governador foi uma terrível bola fora.
Aliás, toda essa questão demonstra porque Cabral reluta tanto em ceder a vaga de Vice na sua chapa que concorrerá à reeleição neste ano para o PT fluminense – o que facilitaria um acordo – e comprova o que este que vos fala vem dizendo há meses: Quem entende os meandros do governo é Pezão. Se o Rio tivesse apenas Cabral estaria mais perdido ainda. É Pezão o real gestor e Cabral até mesmo não compreende como funcionam algumas áreas do governo. Para os que questionam essa tese, vale citar que analistas políticos renomados já estão fazendo chacota e pedindo a candidatura de Pezão, ao invés da de Cabral.
Em suma, fica o povo fluminense com a noção de que tudo poderia ter sido evitado pelo governo estadual cabralino, de que o Vice-Governador entende mais do estado do que o Governador, de que a mudança das regras de ocupação da área de preservação ambiental da região atingida pelos deslizamentos foi extremamente irresponsável e de que, como citou a Senadora Marina Silva sobre o caso, após o fim da comoção a inércia retornará e as tragédias se repetirão.
Resta ainda a vergonha de ter um Governador que é alvo de chacotas triplamente: É motivo de zombaria por atuar menos que o Vice, é chamado de Wally – personagem de livros infantis – por ter dado um sumiço quando a população mais precisava de sua presença e tem seu decreto caracterizado como o “decreto Luciano Huck”.
Não é preciso falar mais nada. Aliás, um ponto ainda tem mais uma citação necessária:
Afinal de contas, se Cabral estava em Mangaratiba, porque não se solidarizou com os que perderam bens, moradias e familiares? Se não estava em Mangaratiba e por isso não teve tempo de chegar a Angra logo após a tragédia, estava aonde?
Cabral pode até não responder estes questionamentos. Mas o eleitor pode dar sua resposta nas urnas.
Decreto de Cabral sobre Ilha Grande saiu três dias antes de a Justiça tentar notificar Luciano Huck
YouPode
terça-feira, 5 de janeiro de 2010
APÓS ASSISITIR O VÍDEO ABAIXO FIQUEI COM AZIA
o ministério da saúde adverte: assisitir o vídeo causa azia
CABRAL VIAJOU SEM AUTORIZAÇÃO PARA PASSAR O REVEILLON EM PARIS

Enquanto Angra dos Reis deslizava encosta abaixo, soterrando e matando pessoas, ninguém encontrava o governador do Estado, Sérgio Cabral. Fontes seguras afirmam, que voou sem autorização para passar o reveillon de Paris. Mas segundo o governador,ele estava nesta modesta casa de praia

de sua propriedade, distante apenas um palmo da tragédia. Ninguém conseguia falar com o governador! Deve ser porque a modesta morada não tem um bom sinal para o celular de um governador de estado??? É papel de um governador prestar solidariedade às vítimas de qualquer tragédia, como a que se abateu sobre Angra. Ainda mais estando tão próximo de onde aconteceu a tragédia.
domingo, 3 de janeiro de 2010
Cabral é responsável por tragédia na Ilha Grande

Decreto do Governador Sérgio Cabral permite maior ocupação de áreas protegidas e a construção de empreendimentos nas ilhas da Baía da Ilha Grande, inclusive a Ilha Grande e a Ilha da Gipóia.
De cima para baixo, sem aviso prévio, estimula a especulação imobiliária na região que dará cabo das poucas e bem preservadas áreas que compõem a Baía da Ilha Grande, patrimônio de todos os brasileiros.
É MUITO IMPORTANTE E FACIL - COM 5 MINUTOS DO SEU TEMPO PODE AJUDAR A ILHA GRANDE.
Acesse o site:
www.petitiononline.com/dav08nov/petition.html
1) Clicar em: Sign the Petition
2) Digitar seu nome e seu e-mail
3) Clicar em: Preview Your Signature
4) Clicar em: Approve Signature
Pronto! Você já somou forças para a conservação da APA de Tamoios.
Ilha grande pede socorro
sábado, 2 de janeiro de 2010
Sérgio Cabral: 'Eu não faço demagogia'

Estamos em 2010 o ano da enganação, do factóide e da demagogia, sem falar no oportunismo! Este ano CABRAL terá uma agenda cheia, e com certeza vai até comparecer no jardim da saudade quando um policial militar for morto. Nas datas cívicas também estará presente, vamos ver o governador dando seu suor pelo Rio de Janeiro!
Sérgio Cabral: 'Eu não faço demagogia'
O governador Sérgio Cabral chegou em Angra dos Reis, em Ilha Grande, na manhã deste sábado. Em entrevista coletiva, Cabral garantiu que não está fazendo só presença no local da tragédia, mas foi para dar apoio aos funcionários que estão trabalhando arduamente no resgate e também para apoiar e ouvir a população.
Ao ser questionado sobre sua presença 24 horas após a tragédia, ele garantiu que quem tinha que estar no local com urgência, estava, no caso o secretário de Defesa Civil, bombeiros e equipe de resgate.
"Houve um tempo em que governador comandava a operação do ônibus 174, que estava em operações nas favelas. Hoje, tem que se ter seriedade e discernimento. Eu não faço demagogia. Estou aqui 24 horas depois para ouvir e apoiar a população."



Fazendo média, beijando as pessoas, abraçando, consolando e procurando aparecer