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quarta-feira, 2 de novembro de 2011

TSE julgará 11 governadores eleitos em 2010

Desde a diplomação dos 27 governadores eleitos em 2010, o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) recebeu pedidos de cassação contra 12. Nesta semana, o Plenário da Corte julgou o primeiro processo, contra a governadora do Rio Grande do Norte, Rosalba Ciarlini (DEM), restando ações contra outros 11 chefes de Executivo estadual.

Por maioria de votos, os ministros decidiram manter a governadora no cargo por entender que não havia provas suficientes para determinar a cassação do mandato. O recurso contra Rosalba foi interposto pela coligação do candidato derrotado nas eleições, Iberê Ferreira de Souza. A coligação alegava que Rosalba teria praticado abuso de poder econômico e político e uso indevido dos meios de comunicação social, além de gastos ilícitos de campanha nas eleições de 2010.

Os outros 11 processos de cassação são contra Tião Viana (PT-AC); Teotonio Vilela (PSDB-AL); Omar Aziz (PMN-AM); Cid Gomes (PSB-CE); Siqueira Campos (PSDB-TO); Wilson Martins (PSB-PI); Anchieta Junior (PSDB-RR); Antonio Anastasia (PSDB-MG); Roseana Sarney (PMDB-MA); André Puccinelli (PMDB-MS); e Sérgio Cabral (PMDB-RJ).

Em sua maioria, os processos contra governadores se baseiam em acusações de abuso de poder econômico, abuso de poder político e uso indevido dos meios de comunicação. Esses crimes e suas respectivas punições estão previstos na Lei das Inelegibilidades (Lei Complementar 64/90), podendo levar à cassação do diploma caso fique comprovada a prática.

No caso do abuso de poder político, essa conduta se caracteriza quando o mandatário de um cargo vale-se de sua posição para agir de modo a influenciar o eleitor, em detrimento da liberdade do voto, e utiliza da máquina administrativa em prol de determinada candidatura. Já o abuso de poder econômico consiste no financiamento direto ou indireto de partidos e candidatos, antes ou durante a campanha eleitoral, com o fim de prejudicar a legitimidade das eleições.

Acre

No caso do processo contra o governador do Acre, Tião Viana, é o Ministério Público Eleitoral que pede a cassação de seu mandato sob a alegação de abuso de poder econômico, abuso de poder político e uso indevido dos meios de comunicação. A relatora deste recurso é a ministra Cármen Lúcia Antunes Rocha.

Alagoas

O recurso contra a expedição de diploma de Teotônio Vilela foi apresentado pela coligação adversária, que alega a prática de abuso de poder econômico, abuso de poder político e captação ilícita de sufrágio por parte do governador durante a campanha para as eleições. O relator é o ministro Arnaldo Versiani.

Amazonas

Omar Aziz é acusado pelo Ministério Público Eleitoral de abuso de poder econômico e político e por uso indevido dos meios de comunicação social. A relatora também é a ministra Cármen Lúcia Antunes Rocha.

Ceará

No caso do governador Cid Gomes, a coligação adversária alega que ele teria utilizado indevidamente a propaganda institucional com o objetivo de promover sua candidatura. Também acusa o governador de abuso de poder econômico e político. O relator é o ministro Gilson Dipp.

Mato Grosso do Sul

André Puccinelli responde pela acusação de abuso de poder econômico, abuso de poder político e uso indevido dos meios de comunicação social. A autora do recurso é a coligação que apoiou o candidato adversário e quem relata o processo é a ministra Cármen Lúcia Antunes Rocha.

Maranhão

Roseana Sarney é alvo de dois processos que pedem sua cassação. O primeiro foi apresentado pelo candidato a deputado estadual em 2010 pelo Partido Renovador Trabalhista Brasileiro (PRTB) José Maria da Silva Fontinele. Ele acusa a governadora de uso indevido dos meios de comunicação social para se reeleger. No segundo processo, Roseana é acusada por José Reinaldo, candidato ao Senado em 2010, de violar o Código Eleitoral e a Lei das Eleições por suposta compra de votos e fraude por meio de convênios firmados pelo Estado. O relator é o ministro Arnaldo Versiani.

Minas Gerais

O governador de Minas Gerais, Antonio Anastasia, também é acusado de abuso de poder econômico durante a campanha das eleições. O autor do recurso é o candidato derrotado, Hélio Costa, que aponta irregularidades em convênios firmados pelo Estado de Minas Gerais. O relator é o ministro Gilson Dipp.

Piauí

O diretório estadual do PSDB apresentou o recurso contra Wilson Martins sob o argumento de que ele teria praticado compra de votos e uso de propaganda irregular em municípios piauienses na campanha ao governo. O governador é acusado de abuso de poder econômico e político. A relatora é a ministra Cármen Lúcia.

Rio de Janeiro

No caso de Sérgio Cabral, a acusação é de abuso de poder político e uso indevido dos meios de comunicação durante sua campanha à reeleição. O recurso foi proposto por Fernando Peregrino e também acusa Cabral de abuso de poder econômico, o que teria causado desequilíbrio na disputa com outros candidatos. O relator é o ministro Gilson Dipp.

Roraima

Neudo Campos, segundo colocado na disputa pelo governo, e sua coligação apresentaram o recurso contra a expedição de diploma de Anchieta Junior. O argumento é de uso indevido dos meios de comunicação e abuso de poder político e econômico. No caso, alegam que os veículos de comunicação ligados ao candidato à reeleição teriam sido utilizados para promover sua candidatura. O relator é o ministro Arnaldo Versiani. O Tribunal Regional Eleitoral de Roraima chegou a cassar o mandato de Anchieta Junior, decisão suspensa por medida liminar concedida pelo ministro Versiani.

Tocantins

O ex-governador do Tocantins Carlos Gaguim, o deputado federal Júnior Coimbra (PMDB) e o deputado estadual Eduardo do Dertins protocolaram no TSE recurso contra a expedição do diploma do governador Siqueira Campos. Os autores do recurso alegam que a eleição de 2010 no Estado foi ganha por meio do uso indevido de veículos de comunicação, da captação ilícita de sufrágio e da prática de conduta vedada por prefeitos da base aliada do tucano, atos que se traduzem em abuso de poder político e econômico.

Mais detalhes sobre cada processo podem ser encontrados no acompanhamento processual, disponível na página do TSE. Veja abaixo o número do processo a que corresponde cada caso.

CM/SF

Processos relacionados:

RCED 31539 – Tião Viana (AC)
RCED 40462 – Teotônio Vilela (AL)
RCED 352 – Omar Aziz (AM)
RCED 49992 – Cid Gomes (CE)
RCED 68870 – André Puccinelli (MS)
RCED 809 e 991 – Roseana Sarney (MA)
RCED 1493530 – Antonio Anastasia (MG)
RCED 532 – Wilson Martins (PI)
RCED 2071 – Sérgio Cabral (RJ)
RCED 711647 – Rosalba Ciarlini (RN)
RCED 273512 – Anchieta Junior (RO)
RCED 495 – Siqueira Campos (TO)

Fonte : TSE

terça-feira, 1 de novembro de 2011

Dilma recusa beija-mão de Carlos Lupi

A foto acima – do repórter fotográfico Orlando Brito, em recente solenidade no Palácio do Planalto – mostra por que corre solta a tese de que o ministro do Trabalho, Carlos Lupi, é a bola da vez a ser encaçapada pela presidenta Dilma Rousseff.

CIDINHA CAMPOS MERECE UM OSCAR



Janira Rocha recorre ao cinema para criticar Cidinha na Assembleia do Rio

Com um microfone na mão e uma indignação cinematográfica na cabeça, a deputada Janira Rocha (PSOL) respondeu às críticas de Cidinha (PDT) ao colega Marcelo Freixo (PSOL).

A moça comparou a postura da pedetista a atrizes que interpretaram vilãs da sétima arte. "Cidinha vem como a Bette Davis, de 1950, (do filme) 'A malvada'. Vem como a advogada do diabo. vem dizer quantos seguranças o deputado tem, quantos carros tem. Vem para cá dedurar ele", disse.

Segundo Janira, ao dar informações sobre o esquema de segurança de Freixo, ela deixa o moço mais vulnerável a ataques de milicianos.

Depois, a parlamentar comparou Cidinha à personagem de Katy Bathes em "Louca obsessão", Annie Wilkies. "Outro filme é o da Kathy Bates - 'Louca obsessão'. A deputada chega aqui com sua louca obsessão, para atacar o deputado Marcelo Freixo", disparou.

The End.

NUM PAÍS SÉRIO ESSE DESGOVERNADOR já teria deixado o cargo, o Estado do Rio de Janeiro deveria estar sob intervenção federal.

Infelizmente temos que conviver com mais essa vergonha!

O deputado estadual Marcelo Freixo (PSOL), que deixará o país nesta terça-feira por causa das ameaças que vem sofrendo, garantiu, em entrevista ao programa Balanço Geral, da Rede Record, nesta segunda-feira (31), que "existem milicianos em várias secretarias do poder público".

O parlamentar destacou que o combate ao poder econômico das milícias deve envolver não apenas a esfera policial, mas também os governos municipal, estadual e federal. O deputado, no entanto, não explicou a que área se referia ao acusar a presença de criminosos em cargos públicos.

Freixo, que só voltará ao país se forem feitas melhorias em sua segurança, disse que irá entregar às autoridades um relatório com as sete ameaças de morte recebidas por ele no mês de outubro. O parlamentar reclama que a Secretaria de Segurança trata as denúncias como um problema particular.

O relatório será entregue nesta segunda ao governador Sérgio Cabral, ao secretário de Segurança, José Mariano Beltrame, ao presidente do TJ, desembargador Manoel Alberto Rebêlo dos Santos, e ao Ministério Público do Rio (MP-RJ)

Ele ressaltou também que existe um projeto de lei de 2008 para tipificar o crime de milícia que ainda não foi votado pelo Congresso Nacional. Freixo citou ainda que a fiscalização da distribuição de gás no Estado do Rio pela ANP (Agência Nacional de Petróleo) conta com apenas cinco fiscais.

- São diversas as responsabilidades para tirar a fonte de financiamento desses grupos criminosos.

O deputado afirmou que recebeu sete ameaças de morte no último mês. Ele explicou que desde o assassinato da juíza Patrícia Acioli, em agosto, a quantidade e seriedade das ameaças aumentou.

A Secretaria de Segurança Pública do Estado ainda não se manifestou sobre o assunto.

OPORTUNISMO NO SEU REDUTO ELEITORAL

Paulo Maria Mole, aproveitou seu primeiro dia como governador em exercício para dar inicio a uma obra de R$ 8 milhões que promete levar água para cerca de 12 mil pessoas em Jaconé - Saquarema.

PLANO DE METAS DA PREFEITURA - VAMOS DENUNCIAR!