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terça-feira, 6 de dezembro de 2011

Desvio de fuzis da Polícia Civil leva MP a denunciar sete servidores públicos

O Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco) e a 27ª Promotoria de Justiça de Investigação Penal do Ministério Público do Rio (MP-RJ) denunciaram ao Juízo da 43ª Vara Criminal da Capital sete pessoas envolvidas no desvio de três fuzis e munições da Polícia Civil. Entre os denunciados estão um policial civil, um soldado do Corpo de Bombeiros, um agente e um inspetor penitenciário do Desipe, além de outros três homens.

Todos tiveram a prisão preventiva decretada pela Justiça, na última quarta-feira. Eles vão responder pelos crimes de peculato e compra e venda ilegais de arma de fogo de uso restrito. De acordo com a denúncia, a subtração dos fuzis ocorreu na noite do dia 3 de abril de 2010, no posto da Polícia Técnica localizado na Estrada do Mendanha, no bairro de Campo Grande.

O policial civil Jackson Bispo dos Santos Júnior, então lotado na Delegacia de Homicídios de Niterói e São Gonçalo (DHNSG), desviou dois fuzis da marca Imbel, calibre 762x51 mm, com dois carregadores de 30 munições e um fuzil da marca Reising, calibre .45, com um carregador, pertencentes à Polícia Civil do Estado. O policial foi preso nesta segunda-feira pelo Delegado da DHNSG, Alan Luxardo.

Ainda segundo a denúncia, o armamento foi colocado no porta-malas da viatura placa LNF-4303 da Delegacia de Homicídios de Niterói e São Gonçalo, utilizada pelo policial civil Jackson, e por ele deixada no interior do Posto de Polícia Técnica de Campo Grande, distante de sua base original. Em seguida, o agente do Desipe William Silva da Silva, avisado via telefone por Jackson, foi ao local, acompanhado do soldado bombeiro militar Luiz Henrique Dias de Mello e de Wellington de Paula Santos Rodrigues, vulgo Anton ou Antoni, e subtraiu os fuzis da PCERJ, como previamente combinado com o policial civil.

A partir da análise de dados telefônicos obtidos com autorização da Justiça e por meio da confissão de um dos envolvidos, foi apurado que, entre os dias 6 e 9 de abril daquele ano, Jackson, William, Luiz Henrique e Wellington, juntamente com o inspetor penitenciário do Desipe Fábio Marques dos Santos (irmão de Jackson), venderam, sem autorização, os fuzis Imbel e seus carregadores ao denunciado José Damasceno Ferreira, no Morro do Adeus.

Dias depois, os cinco últimos venderam o fuzil Reising e seu carregador para o último denunciado, Marcelo Oliveira dos Santos, na mesma localidade. Todos os fuzis foram vendidos, depois, para traficantes de entorpecentes que atuam no local.

Lupi é uma espécie de Ricardo Teixeira na política e domina o PDT como se fosse a CBF.

Para quem pensava que a novela tinha acabado, vêm aí novos emocionantes capítulos. Agora que deixou o Ministério do Trabalho, Carlos Lupi quer assumir imediatamente a presidência do PDT. Ou melhor, quer destruir o partido, pois com ele de volta ao comando já se pode prever o que acontecerá.

Segundo a Folha de S. Paulo, o ex-ministro não perdeu tempo e já conversou sobre isso com André Figueiredo, presidente interino do partido e deputado federal pelo Ceará. O objetivo de Lupi é isolar o grupo que trabalhou por sua queda. Ou seja, vai tentar se vingar, como já está fazendo no Diretório do Rio de Janeiro, onde há duas semanas foi pedida a expulsão do deputado Paulo Ramos, um dos melhores e mais atuantes parlamentares do PDT.

O partido criado por Leonel Brizola merece um destino melhor. Não é possível que seus dirigentes aceitem ser novamente tutelados por Carlos Lupi, que é uma espécie de Ricardo Teixeira em versão política. Hoje o PDT só tem 9 diretórios estaduais, o mínimo exigido em lei. Nos demais estados, o que existe são comissões provisórias indicadas e formadas pelo próprio Lupi. Assim, da mesma forma como Ricardo Teixeira domina as Federações estaduais de futebol e fica eternamente no comando da CBF, Lupi adota a mesma estratégia no PDT.

Aliás, no panorama da política nacional, ele não é o único. Vários partidos estão submetidos à mesma armação, como o
PV, que há dez anos é dominado pelo presidente, deputado José Luiz Pena, que faz o que bem entende com as finanças da legenda, pagava até as contas de luz, gás e água de sua própria residência em São Paulo, conforme ficou provado em auditoria do Tribunal Superior Eleitoral, em meio a múltiplas falcatruas, e ninguém consegue tirá-lo da presidência do PV. Por causa disso, Marina Silva teve de abandonar o partido.

Agora, vai ser patético ver Lupi assumir de novo a presidência do PDT, repetindo que só sairá do cargo se for à bala. E vamos ficar aguardando ele mesmo se autonomear para cargos de assessoria na liderança do partido no Congresso e em outras casas legislativas, para reforçar o caixa.

Tribuna da Imprensa

segunda-feira, 5 de dezembro de 2011

Servidor estadual: sindicato vai entrar na Justiça contra mudança de banco

O Sindicato Estadual dos Profissionais de Educação (Sepe) vai entrar na Justiça com uma ação civil pública contra o governo estadual e o Bradesco por danos morais e materiais aos servidores. O sindicato defende que as autoridades e a administração do Bradesco incorreram em irregularidades no processo da mudança dos depósitos dos salários dos funcionários públicos do Itaú para a instituição.

Para o Sepe, a divulgação sobre a mudança induziu os servidores a crerem que seria obrigatório abrir uma conta corrente no Bradesco, quando, na verdade, era possível manter a do Itaú.

O Bradesco informou que cumpre integralmente as regras do edital da licitação.

domingo, 4 de dezembro de 2011

Deputada Cidinha Campos tem duas caras

A reportagem acima do " JORNAL DO BRASIL" do dia 17/03/2010, a deputada CIDINHA CAMPOS DIZ:

"Pelo Rio, dou a mão ao capeta"


Considerada como uma das maiores opositoras ao governo Sérgio Cabral, a deputada estadual Cidinha Campos (PDT) se rendeu à passeata em nome do Rio de Janeiro. A pé sob a chuva na Avenida Rio Branco, Cidinha falou da importância de apoiar a manifestação para que o estado não perca os R$ 8,4 bilhões em royalties gerados pelo pré-sal.

"Neste momento, sou capaz de dar a mão ao capeta para defender o Rio", disse, sempre sorridente, durante caminhada em direção à Cinelândia.

Cidinha acredita que para manter os recursos do pré-sal no estado, os esforços não podem ser medidos.

"Montamos uma seleção em defesa do Rio. Em nome do estado, vamos esquecer as diferenças", completou.

Cidinha não participa da carreata de manifestantes na Avenida Rio Branco. A deputada estadual caminhou rapidamente, com apenas um assessor, em direção à Cinelândia e somente lá participa do protesto.


Molon diz que não reconhece aliança do PT com PMDB no Rio

Molon contestou a legitimidade do ato organizado pelo PT, hoje de manhã, na ABI, para tratar como fato consumado o apoio do partido à chapa do PMDB para as eleições de 2012. Ao ser chamado para compor a mesa com o prefeito Eduardo Paes e o presidente do PMDB fluminense, Jorge Picciani, Molon recusou o convite e discursou para a plenária. Ele disse que não reconhece como legítima a decisão que seria anunciada no ato e que considera um erro grave o apoio do PT ao PMDB fluminense.

- Essa decisão foi tomada pela cúpula do PT e não tem legitimidade por não ter ouvido as bases do partido. Não bastasse isso, essa aliança é um erro histórico que o PT do Rio cometerá. Se ela se confirmar, será a primeira vez que nosso partido não terá um candidato à Prefeitura do Rio e, o que é pior, sairá às ruas pedindo voto para um projeto político conservador, contestado pelas bases petistas – disse Molon.

Logo em seguida a seu discurso e a negativa em compor a mesa, Molon deixou o encontro aplaudido pela plenária.

assista o vídeo do momento em que Molon questiona a aliança do PT com o PMDB:

sexta-feira, 2 de dezembro de 2011

Paulo Ramos Ramos desmascara Cidinha Campos, e cobra motivos de apoio a Sérgio Cabral

Willian de Oliveira , ex-presidente da Associação de Moradores da Rocinha é preso



O ex-presidente da Associação de Moradores da Rocinha William de Oliveira foi preso na manhã desta sexta-feira por agentes da Delegacia de Roubos e Furtos de Autos (DRFA) acusado de associação para o tráfico e venda de armas. Ele intermediava a venda de armas para o traficante " Nem ".