► O deputado estadual Wagner Montes (PSD) pode ganhar o título de "o gatilho mais rápido" da política fluminense.
► Mal soube que o prefeito Eduardo Paes ia criar uma secretaria pára agradar o PRB do ministro Marcelo Crivella, o moço foi direto ao bispo, ou melhor, à cúpula do partido.
► Convenceu quem manda no PRB nacional a indicar a vereadora reeleita Tânia Bastos para ocupar o cargo.
► Assim, abre vaga no Palácio Pedro Ernesto para o seu pupilo, Wagner Montes Filho, primeiro suplente do partido.
Pesca amadora
► O PRB do Rio queria indicar um quadro técnico para tocar a Secretaria municipal da Pesca.
► A intimidade de Tânia com o assunto, porém, não passa da banca de pescados da feira mais próxima de sua casa.
Jornal Extra - Berenice Seara
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domingo, 11 de novembro de 2012
terça-feira, 6 de novembro de 2012
Moradores da Região Serrana protestam no Palácio Guanabara
Manifestantes cobram indenizações às vítimas das chuvas de 2011.Eles alegam que as casas prometidas pelo governo não foram construídas.
Moradores da Região Serrana do Rio de Janeiro se reuniram, na tarde
desta terça-feira (6), em frente ao Palácio Guanabara, na Zona Sul da
cidade, para tentar falar com o governador Sérgio Cabral e protestar
pela demora no pagamento das indenizações às vítimas das fortes chuvas,
de 2011, que perderam suas casas nos deslizamentos de terra.
O presidente da associação do Vale do Cuiabá, em Petrópolis, José Quintela, diz que a proximidade do verão faz com quem os moradores queiram agilizar esse processo com medo de novas temporais.
“Nenhuma das indenizações das casas que foram perdidas com as chuvas foram pagas. Apenas 10% das negociações que foram feitas. As casas não começaram nem a sair da planta. O sistema de alerta de chuva não foi instalado no Vale do Cuiabá. Nossa preocupação é ainda estar morando numa região que foi alagada”, disse Quintela.
A dona de casa Custódia Dias, moradora de Petrópolis, afirma que perdeu duas casas na enchente e continua atrás de seus direitos.
“Eu recebi a primeira casa e minha segunda casa ficou 70% intacta, mas a prefeitura demoliu sem o meu consentimento. Estou aguardando também a indenização por esta casa demolida sem autorização”, afirmou a moradora.
O presidente da associação do Vale do Cuiabá, em Petrópolis, José Quintela, diz que a proximidade do verão faz com quem os moradores queiram agilizar esse processo com medo de novas temporais.
“Nenhuma das indenizações das casas que foram perdidas com as chuvas foram pagas. Apenas 10% das negociações que foram feitas. As casas não começaram nem a sair da planta. O sistema de alerta de chuva não foi instalado no Vale do Cuiabá. Nossa preocupação é ainda estar morando numa região que foi alagada”, disse Quintela.
A dona de casa Custódia Dias, moradora de Petrópolis, afirma que perdeu duas casas na enchente e continua atrás de seus direitos.
“Eu recebi a primeira casa e minha segunda casa ficou 70% intacta, mas a prefeitura demoliu sem o meu consentimento. Estou aguardando também a indenização por esta casa demolida sem autorização”, afirmou a moradora.
Procurada pelo G1, a assessoria de imprensa do
governador Sérgio Cabral informou que não vai se manifestar sobre o
protesto e acrescentou que não sabe se algum representante do Governo do
Estado receberá os líderes da manifestação.
Vítimas cobram construção de casas
Morador de Teresópolis, Rogério dos Santos veio ao Rio de Janeiro para fortalecer o movimento.
Morador de Teresópolis, Rogério dos Santos veio ao Rio de Janeiro para fortalecer o movimento.
“As pessoas ainda estão recebendo aluguel social. A pessoa quer sua
própria casa, não quer receber aluguel social a vida toda. O aluguel
social é renovado a cada ano, mas eles soltam notícias de que, dentro de
um mês, 470 casas serão construídas, mas é mentira. Eles prometem, mas
até agora nada. O terreno está lá, mas pode ir lá hoje que não tem
nenhuma máquina lá”, afirma.
Em janeiro de 2011, a chuva que devastou municípios da Região Serrana deixou mais de 900 mortos.
segunda-feira, 5 de novembro de 2012
TCE apontou irregularidades no convênio da Secretaria estadual de Esportes
MP investiga convênio que pode ter causado prejuízo de R$ 2,2 mi ao Rio
TCE apontou irregularidades e gasto de R$ 951 por 1 litro de gasolina.
Secretaria de esportes teria repassado R$ 5 milhões à Cândido Mendes.
O Ministério Público investiga um convênio da Secretaria estadual de Esportes, na época em que era comandada pelo deputado Chiquinho da Mangueira (PMDB), que pode ter causado um prejuízo de mais de R$ 2 milhões aos cofres públicos.As investigações começaram após o Tribunal de Contas do Estado (TCE) ter encontrado irregularidades no acordo, como mostrou o RJTV. O acusado Chiquinho da Mangueira ainda será ouvido pelos promotores do caso.
R$ 951 por 1 litro de gasolina
Um relatório feito pelo TCE mostra que a Associação Cândido Mendes de Ensino e Pesquisa pagou R$ 951 por um litro de gasolina pelo convênio formado em 2005. Segundo o Tribunal, as notas fiscais também teriam sido impressas por uma gráfica com número de Cadastro Nacional de Pessoa Jurídica (CNPJ) fictício.
Um relatório feito pelo TCE mostra que a Associação Cândido Mendes de Ensino e Pesquisa pagou R$ 951 por um litro de gasolina pelo convênio formado em 2005. Segundo o Tribunal, as notas fiscais também teriam sido impressas por uma gráfica com número de Cadastro Nacional de Pessoa Jurídica (CNPJ) fictício.
A Secretaria estadual de Esportes teria repassado R$ 4,7 milhões à
Associação Cândido Mendes. Os recursos seriam destinados ao projeto
Viver Criança, que incentiva a prática de atividades físicas em áreas
carentes do Rio.
A Associação Cândido Mendes declarou que todos os gastos do convênio
foram fiscalizados e que não houve danos aos cofres públicos. Quanto à
nota fiscal dos combustíveis, a associação alega que houve erro no
preenchimento.
Bolas compradas em confecção de roupas
O Tribunal de Contas do Estado verificou ainda que bolas de futebol foram compradas em uma confecção de roupas, o que para os técnicos, é incompatível. Somente neste caso, o prejuízo pode chegar a R$250 mil. No total, os danos ultrapassam R$ 2,2 milhões de reais. O TCE exige que a Associação Cândido Mendes apresente explicações ou devolva todo o dinheiro recebido da secretaria.
O Tribunal de Contas do Estado verificou ainda que bolas de futebol foram compradas em uma confecção de roupas, o que para os técnicos, é incompatível. Somente neste caso, o prejuízo pode chegar a R$250 mil. No total, os danos ultrapassam R$ 2,2 milhões de reais. O TCE exige que a Associação Cândido Mendes apresente explicações ou devolva todo o dinheiro recebido da secretaria.
O deputado Chiquinho da Mangueira afirmou que quem deve responder pelos
prejuízos é a Associação Cândido Mendes. Ele alega ainda que deixou a
pasta três meses após o início do convênio.
sábado, 3 de novembro de 2012
quinta-feira, 1 de novembro de 2012
Justiça recebe denúncia de curral eleitoral na Rocinha
A Justiça Eleitoral do Rio de Janeiro recebeu denúncias de que o
narcotráfico age na favela da Rocinha para eleger o sucessor de um
político que morreu em junho e que era, segundo o Ministério Público,
apoiado pelo chefe dos traficantes.
O caso foi encaminhado à Procuradoria da República Eleitoral, que irá
apurar se o deputado estadual André Lazaroni (PMDB), candidato à
reeleição, tem privilégios na favela em relação a seus concorrentes. Ele
nega.
"Existem denúncias de que só ele poderia fazer propaganda de estadual
lá", declarou o juiz Paulo César Vieira. O juiz recebeu um jornal de
campanha de Lazaroni, além de fotos, em que só aparecem placas do
peemedebista em meio a de candidatos a deputado federal.
Com tiragem de 20 mil exemplares, o jornal aponta Lazaroni como sucessor
de Claudinho da Academia. Vítima de infarto, Claudinho tinha sido
eleito vereador pelo PSDC, obtendo na zona eleitoral da Rocinha 8.000 do
total de seus 11.513 votos. Neste ano, ele sairia candidato a deputado
estadual.
DENÚNCIA
O Ministério Público Eleitoral chegou a denunciar Claudinho em janeiro por suposto uso de violência e de ameaçar eleitores.
Ele participou, segundo o Ministério Público, de reunião com o chefe do
tráfico da Rocinha, Antonio Francisco Bonfim Lopes, o Nem.
No encontro, Nem teria ameaçado cerca de cem pessoas e dito que só havia
um candidato a vereador na favela, Claudinho, e que nenhum outro
poderia fazer campanha na comunidade.
O suposto esquema foi adotado nas eleições deste ano, segundo o candidato a deputado estadual Adelson Guedes (PMDB).
"Lazaroni encontra todas as facilidades. É a associação de moradores
junto com todos os poderes que você possa imaginar. A associação
manipula o tráfico e andam como uma corja só", declarou o candidato.
ASSOCIAÇÃO
O presidente da UPMMR (União Pró-Melhoramentos dos Moradores da Rocinha), Leonardo Rodrigues Lima, 46, nega a acusação.
"O tráfico [de drogas] aqui não se mete no trabalho da associação. Eu
sou casado. Tenho dois filhos. Eu jamais trabalharia na associação se
tivesse interferência de alguém do tráfico. Eles fazem o trabalho deles.
Eu faço o meu", disse Lima.
Na segunda-feira, Lima acompanhou a Folha pelas ruas na entrada
da favela e apontou placas de outros candidatos a deputado estadual.
"Aqui entra e sai qualquer candidato", disse.
Somente Lazaroni, porém, tinha uma estrutura com cabos eleitorais
uniformizados com a camisa de campanha de Claudinho a vereador.
Na semana passada, a Folha já havia percorrido a estrada que corta a Rocinha. No alto do morro predominam placas de campanha de Lazaroni.
OUTRO LADO
O deputado André Lazaroni (PMDB) diz não ter relação com o tráfico:
"Político não nega votos: as lideranças que trabalhavam para o Claudinho
me adotaram, e aceitei. O que estou fazendo lá é apoiar a comunidade.
Não conheço o trabalho parlamentar dele, mas ele fez um bom trabalho
como líder".
"Não faço acordo com bandidos e acredito nas UPPs criadas pelo
governador Sérgio Cabral. Os que criticam o meu apoio é porque perderam
espaço lá", disse.
Leonardo Rodrigues Lima, da associação de moradores, nega as acusações:
"Os [candidatos] que enganaram a gente não têm o que falar e ficam
falando essas besteiras aí. Dizendo "eu fui lá não deixaram entrar". A
Rocinha é livre, entra e sai quem quer".
A polícia do Cabral - Após discussão pacífica com manifestantes, policial da tropa de choque joga spray de pimenta.
Vejam que absurdo! A polícia do Cabral
continua truculenta e coibindo o direito constitucional de livre
manifestação. Entraremos em contato com o batalhão de choque da PM
pedindo providências. Vamos procurar divulgar ao máximo estas imagens.
Jefferson Moura.
2º Protesto Contra o Aumento da Passagem de Ônibus no Rio de Janeiro - 31/10
SÉRGIO CORTES, que foi levado, lúcido, para o Hospital Samaritano por uma ambulância do Samu.
A
explosão que deixou sete feridos, ontem, num mercado em Irajá mobilizou
menos bombeiros do que o incêndio na casa do secretário de Saúde.
Uma explosão de gás deixou sete feridos ontem na padaria do
supermercado Multi Market, em Irajá. Apesar do alto risco de morte —
pelo menos dois dos feridos saíram correndo pela rua com as roupas em
chamas —, apenas um quartel, do bairro, foi acionado para o atendimento,
enviando ao local 30 socorristas. O procedimento foi bem diferente do
adotado na madrugada de sexta-feira, dia 26 de outubro, quando um
incêndio no apartamento do secretário estadual de Saúde, Sérgio Cortes, o
deixou ferido no tornozelo. Para socorrê-lo, nada menos do que 37
homens, de quatro quartéis, foram acionados.
"O atendimento de
urgência não pode estar cercado de dúvidas. Por isso, quando o paciente é
socorrido por uma ambulância pública, o procedimento padrão é levar
para hospital público. O que não aconteceu com SÉRGIO CORTES, que foi
levado, lúcido, para o Hospital Samaritano por uma ambulância do Samu.
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