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quarta-feira, 14 de setembro de 2011

Cabral manda prender lideres dos bombeiros

Dois líderes do movimento dos bombeiros, o cabo Daciolo e o capitão Marquesine, foram presos nesta madrugada, durante manifestação em frente ao Palácio Guanabara. Os dois cairam numa armadilha. O subcomandante dos bombeiros e o corregedor, coronéis Ronaldo Jorge Alcântara e Marcos Tadeu Moreira, pediram a presença do cabo Daciolo e do capitão Marquesini no interior do prédio e os prenderam.Os dois foram levados para o Quartel Central da corporação e depois seguiram para o Grupamento Especial Prisional .

terça-feira, 13 de setembro de 2011

CABRAL FASCISTA, COVARDE E LADRÃO!

Paulo Melo, presidente da ALERJ chama o batalhão de choque para impedir entrada de manifestantes na casa

O presidente da ALERJ convocou o Batalhão de Choque da Polícia Militar, para garantir a votação do Projeto de Lei do governo do estado que entrega as unidades de saúde às Organizações Sociais (OS's). Bombeiros que ainda estão acampados na escadaria do palácio, servidores das saúde e sindicalistas foram impedidos de entrar na ALERJ, para assisitr a votação. Polícia usa spray de pimenta contra os manifestantes. A ALERJ é a casa do povo, mas no governo Cabral deixou de ser!
VIVA A DITADURA CABRALINA!!!!

Estudantes protestam na inauguração do bandejão da UERJ

Na manhã desta segunda-feira, estudantes da Universidade Estadual do Rio de Janeiro (UERJ) realizaram um protesto durante a inauguração do restaurante universitário. Os alunos terão de desembolsar 3 reais se quiserem comer no bandejão. Esperava-se a presença do governador Sérgio Cabral, que não compareceu. Uma barreira composta por seguranças da UERJ impediu o acesso dos universitários às dependências do restaurante, cuja entrada era permitida apenas a convidados. O reitor Ricardo Vieiralves chegou ao evento debaixo de vaias dos manifestantes. Vieiralves é acusado por estudantes e servidores de promover a privatização de setores da UERJ. Ao ser indagado o motivo pelo qual os estudantes estavam sendo barrados, o chefe da segurança da UERJ, de nome Cleber, reagiu tentando impedir a gravação de imagens, o que acirrou ainda mais os ânimos. Os manifestantes então forçaram a entrada no bandejão e foram contidos pelos agentes, que protagonizaram cenas de verdadeiro pugilismo.

AMBULÂNCIA DA TOESA COM DOCUMENTAÇÃO IRREGULAR!

A ambulância da TOESA que perdeu o freio, matou uma pessoa e feriu outras duas em Campo Grande, está com a documentação irregular.
PLACA KXX 1253

QCQ na ALERJ

Mônica Iozzi e Rafael Cortez do QCQ foram conferir quais os deputados que trabalharam na semana do feriado de 7 de setembro. Assembléia Legislativa do Rio de Janeiro- ALERJ e Assembléia de São Paulo - ALESP

segunda-feira, 12 de setembro de 2011

É amanhã! Querem privatizar a saúde pública do Rio de Janeiro

Todos contra as OSs, nesta terça dia 13, às 15h, na Alerj


O governador Sérgio Cabral enviou projeto de lei à Alerj instituindo as OSs (Organizações Sociais) no âmbito do serviço público estadual, especialmente na área de saúde. Esse modelo como sabemos consagra a terceirização, omite a responsabilidade pública em setores urniversalmente consagrados como públicos, elimina o concurso público e precariza as relações de trabalho.

A Central Única dos Trabalhadores no Estado do Rio de Janeiro convoca seus militantes e dirigentes para a votação do projeto de lei, na próxima terça-feira, 13 de setembro. A ideia é pressionar os palamentares de todos os partidos para que rejeitem o projeto do Executivo do estado, conforme decisão da 9ª Plenária Estadual da CUT-RJ, que por decisão unânime dos seus delegados decidiu cerrar fileiras contra as OSs, por considerá-las lesivas aos interesses da população carioca e fluminense.

Na condição de maior cental sindical do país, a CUT, fiel à sua histórica posição em defesa do Sistema Único de Saúde, em reiteradas decisões nacionais vem seguindo o caminho da valorização do serviço público, sempre se confrontando com as tentativas de flexiblizá-lo, prática de natureza neoliberal que em nada contribui para melhorar o atendimento à população.

No Rio, milhões de pessoas vêm padecendo da ausência dos investimentos necessários nas unidades de saúde, principalmente nos grandes hospitais, onde o quadro é desolador devido à ausência crônica de profissionais, equipamentos e insumos. Um exemplo dramático desse quadro é a situação da Zona Oeste do Rio. Depois do incêndio no Hospital Pedro II, em Santa Cruz, restou apenas o Hospital Rocha, em Campo Grande, para atender a uma população de mais de 1 milhão de habitantes. A saúde pública, decididamente, não figura no rol das prioridades do governo do estado.

Quem precisa de Estado atuante e qualificado é o povo. Não às OSs. Serviço público de qualidade é direito de todos e dever do Estado.

Marcello Rodrigues Azevedo - Secretário de Relações de Trabalho CUT-RJ

Darby de Lemos Igayara - Presidente da CUT-RJ