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domingo, 7 de agosto de 2011

O RIO PACIFICADO DO GOVERNO SÉRGIO CABRAL



Um menor e três granadas foram apreendidos por policiais da Unidade de Polícia Pacificadora (UPP), no Morro da Coroa. Leia Aqui

Um homem morreu depois de ser baleado próximo ao NorteShopping. A vítima dirigia um Corsa branco e levava três crianças. Leia Aqui

sexta-feira, 5 de agosto de 2011

O médico é um o monstro

Uma criatura, peçonhenta criada a partir das desgraças do povo e dos servidores da saúde, se alimenta de todo o tipo de corrupção, suga tudo que tem vida, destrói tudo quanto é lei! Roubou o plano de carreira da saúde (PCCS) - caiu na órbita terrestre em 2006, trazido pelo Imperador do lado negro Lord Vader Cabral, para eliminar servidores públicos e invadir o Rio de Janeiro com as OS's, privatizando a saúde! Tentou invadir o ministério do País, mas foi impedido. Viaja pelo universo negro em naves de latas super faturadas fornecidas por outro alienígena o Pezão ou Mão Grande... UPA! Odeia hospitais, destrói e fecha todos, assim como fez com: hospital São Sebastião, hospital do Iaserj, hospital Pedro II. É muito perigoso, uma das suas principais armas é o fogo, dizem até que um outro ortopedista, que serve a este perigoso vilão, tem o espírito do incendiário Nero, um outro discípulo agora é secretário de saúde da região serrana, saiu do Rocha Faria para mais destruição e fraude. Tem ligação poderosa com vários mafiosos citados pela imprensa e o próprio MP. Porém, uma resistência surge e pessoas do bem aparecem para enjaular este demônio destruidor.

E-MAIL DE UMA SERVIDORA DA SAÚDE

quinta-feira, 4 de agosto de 2011

O RIO PACIFICADO DE SÉRGIO CABRAL

Ônibus da Viação 1001 que seguia para Niterói é assaltado nesta quinta-feira

Um ônibus da Viação 1001 que seguia do Rio de Janeiro para Piratininga, Região Oceânica de Niterói, sofreu um assalto na noite desta quinta-feira. Três bandidos entraram no veículo em pontos diferentes e anunciaram o assalto um pouco antes da subida da Ponte Rio-Niterói. De acordo com o motorista, que não quis se identificar, havia cerca de 30 passageiros no ônibus e todos foram assaltados.

Os bandidos fizeram os passageiros fecharem as cortinas do veículo e obrigaram o motorista a desviar o caminho, para ir em direção à Avenida Brasil. Os criminosos roubaram celulares, dinheiro e joias. Pelo menos uma pessoa ficou levemente ferida, ao levar uma coronhada na cabeça no momento em que pegava o celular para entregar aos bandidos. De acordo com os passageiros, os três criminosos aparentavam estar nervosos.

Os bandidos saltaram na Avenida Brasil e o motorista seguiu para a 17ª DP (São Cristovão). Neste momento, as pessoas prestam depoimento na delegacia. Uma passageira foi obrigada pelos criminosos a recolher os objetos dos passageiros.

O GLOBO



REVIRAVOLTA NO CADO DO MENINO JUAN


Defensoria Pública do Rio pede exumação do corpo de Juan
O defensor público Antônio Carlos de Oliveira solicitou à Justiça a exumação do corpo do menino Juan de Moraes, de 11 anos, morto em 20 junho durante uma suposta operação da Polícia Militar na comunidade Danon, em Nova Iguaçu, na Baixada Fluminense.

O pedido da Defensoria Público toma como base o laudo da perita legista Marilena Campos de Lima, que atesta que a ossada encontrada no dia 30 de junho, as margens do Rio Botas, em Belford Roxo, é de uma menina.

Uma semana depois de atestar que a ossada era de uma menina e não de Juan, a perita foi afastada pela Chefe de Polícia Civil, delegada Martha Rocha. Na ocasião, Martha Rocha afirmou que o exame de DNA da ossada comprovou que o corpo era mesmo de Juan.

De acordo com o laudo da perita, "o cadáver é do sexo feminino, com altura de 1,45 m e idade entre 12 e 14 anos, com data provável da morte de mais ou menos 40 dias". A perita descreve que o crânio indica ser de uma pessoa muito jovem e os ossos do corpo, desde a cabeça ao quadril, apresentam "características que indicam tratar-se do sexo feminino". A perita também ressalta que a mão, a única parte do corpo que estava inteira, tem a cor de pele branca.

R7 NOTÍCIAS

Governador Cabral é “coveiro de hospitais”

Aliado político de Lula e Dilma, Sérgio Cabral Filho (PMDB) em seus dois mandatos tem tornado ainda mais caótica a situação dos hospitais do estado, ao mesmo tempo em que vai privatizando-os parcialmente e aprovando leis para entregá-los por inteiro à iniciativa privada. A diretora da Regional Centro do Sindsprev/RJ Denise Nascimento lembra que Cabral aprofundou a política de seus antecessores, e que em suas administrações não realizou concurso público para admissão de novos servidores para o setor, não concedeu qualquer reajuste salarial e aumentou as terceirizações. Não satisfeito, fechou o hospital São Sebastião, cedeu o Iaserj Central para ser demolido pelo Instituto Nacional do Câncer (Inca), e passou o Hospital Pedro II ao município para ser administrado por uma Organização Social (O.S.), após um incêndio, decisões que lhe valeram o apelido de “coveiro de hospitais”.

Apesar do grande crescimento da receita do estado, principalmente em função dos royalties do pré-sal, por um lado, e do aumento da população, por outro, Cabral tem mantido os gastos do setor saúde no mesmo patamar, sempre próximo ao mínimo exigido pela Constituição Federal. Nada mais. Mesmo com a necessidade urgente de concurso para admissão de novos pofissionais, os gastos com a folha de salários da saúde têm se mantido constantes. Em 2009 foram empenhados (para serem gastos) R$1,186 bilhão com despesas de pessoal e encargos do setor e, em 2010, R$1,270 bilhão. O resultado é que faltam profissionais e se formam filas enormes em todos os hospitais. As consultas demoram meses até serem realizadas. Faltam, também, medicamentos, equipamentos vivem quebrados e elevadores não funcionam.

Ao mesmo tempo em que não investe, Cabral vai terceirizando setores da saúde e preparando a privatização total dos hospitais. Aprovou, em 21 de novembro de 2007, na Assembléia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj), a lei que criou as fundações de direito privado para administrar os hospitais públicos da rede estadual. Mas não levou a iniciativa à frente. Em julho de 2009, aprovou a lei que permite que organizações sociais passem a gerir vários setores do serviço público, inclusive hospitais.

Apesar dessas leis, Cabral e o secretário estadual de Saúde, Sérgio Côrtes, vêm privatizando a rede pública de saúde através do que chamam de “Gestão Compartilhada”. Foi assim que entregaram o novíssimo Hospital Maternidade Heloneida Studart ao grupo Facility. Fizeram o mesmo com a maternidade do Hospital Rocha Faria. Ao mesmo tempo, colocaram nas mãos de empresas privadas todos os laboratórios dos hospitais estaduais. Criaram a Secretaria de Saúde e Defesa Civil, militarizando a saúde (desmembrada recentemente), colocando bombeiros em cargos de confiança nos hospitais, nas Unidades de Pronto Atendimento (UPAs) e em todo o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu).

Paes abandona hospitais públicos

O prefeito Eduardo Paes (PMDB) segue a mesma linha dos governos estadual e federal, de sucateamento e privatização da saúde. A constatação é do vereador Paulo Pinheiro (PPSRJ). As contas da Prefeitura mostram o esvaziamento dos hospitais públicos, através da não realização de concurso. Paes também não faz os investimentos necessários para a reposição de equipamentos e insumos. O resultado é a queda da qualidade do atendimento nos hospitais.

“O prefeito Eduardo Paes e o secretário municipal de saúde Hans Dohmann seguem um caminho vertiginoso para a terceirização e a privatização. O orçamento da saúde ano passado foi de R$ 2,5 bilhões, dos quais R$ 1,045 bilhão de gastos com pessoal. No ano anterior tinham gasto R$ 1,56 bilhão. Ou seja, mesmo com a inflação e o crescimento vegetativo da folha de salários, o gasto final diminuiu”, afirmou. Acrescentou que, em 2003, a saúde municipal tinha 28 mil servidores. Em dezembro de 2010, este número era de 24 mil.

Terceirização

Não por coincidência, Paes passou a contratar trabalhadores celetistas, sem a exigência constitucional do concurso público, dando início à privatização do SUS e beneficiando grupos privados. Foram mais de 4.500 via Organizações Sociais (O.S.), para o Programa de Saúde da Família e Unidades de Pronto Atendimento (UPAs) e 1.400 através da Fiotec (fundação privada da Fundação Osvaldo Cruz). Enquanto o gasto com servidores estatutários caiu, em 2010 foram destinados R$ 651 milhões para o pagamento dessas O.S. Ou seja, mais da metade do que se gasta com 24 mil servidores. Os números demonstram que a Prefeitura tem recursos para investir nos hospitais públicos, mas não o faz por decisão política. “Não só as empresas, como consultores, vislumbraram na área da saúde pública um espaço para ganhar dinheiro. Obviamente, não estão interessados em privatizar os hospitais para melhorar os serviços”, argumentou o vereador.

SINDSPREV


Motoristas de van fazem carreata contra decreto que estabelece licitação para transporte alternativo

Motoristas em cerca de 500 vans e kombis fazem, desde o fim da manhã desta quinta-feira, uma carreta no Centro do Rio. A manifestação, que começou ao lado do prédio da prefeitura, na Cidade Nova, vai terminar em frente à Câmara dos Vereadores, na Cinelândia. O Sindicato dos Permissionários de Serviços de Passageiros do Município do Rio de Janeiro (Sindvans Rio), que organiza o protesto, pretende pressionar os vereadores a derrubarem um decreto do prefeito Eduardo Paes estabelecendo uma licitação para o transporte alternativo.

De acordo com os sindicalistas, o processo passaria o controle desse tipo de transporte para cooperativas, prejudicando os 6.080 permissionários que, segundo o Sindivans, atuam na cidade.

O GLOBO

MPF investiga se há irregularidades nas obras do Into, no Rio

O Ministério Público Federal (MPF) investiga se há irregularidades nas obras do novo Instituto de Traumatologia e Ortopedia (Into), na Avenida Brasil, no Rio. Uma auditoria da Controladoria Geral da União (CGU) concluiu que houve sobrepreço na obra de R$ 23 milhões. Ou seja, os valores cobrados foram maiores do que a média de mercado.

A auditoria também constatou duplicidade no pagamento dos serviços de revestimento do teto, no valor de R$ 3,4 milhões.

Outra irregularidade apontada no relatório foi o pagamento antecipado de R$ 13 milhões feito este ano à construtora Delta. A Controladoria recomendou uma revisão dos valores cobrados pela empresa.

FONTE: AQUI