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quinta-feira, 29 de setembro de 2011

A Construtora Oriente está com o Presidente da ALERJ deputado Paulo Melo


Da mesma forma que a Delta Engenharia está assim assim com Sérgio Cabral, a Construtora Oriente está com o deputado Paulo Melo, guru e personal-trainer do governador para assuntos de artimanhas 'dinheirísticas'.
Os milhões sob contrato para obras no município de Saquarema que a Oriente detém, é claro, se devem aos estreitos laços de amizade afetiva e comercial que a empresa mantém com o parlamentar, garantindo-lhe invariavelmente a preferência, seja lá como for.


Beneficiando-se dessa maré de métodos que favorece escandalosamente a corrupção, a Oriente surfa em Saquarema numa onda que vai levando, na marra, com ou sem ‘licitação’, a quase totalidade das obras realizadas no município. Preço mais em conta? Transparência? Qualidade? Isso é o que menos importa nessas tenebrosas transações.
As placas da Oriente estão espalhadas
pelos quatro cantos do município.
Asfalto, escolas postos de saúde,
todas as obras estão com a empresa.
Há poucos dias, um pacote de 18 obras 'emergenciais' celebrado recentemente pelo governo inclui a construtora, que é dirigida por um sócio do presidente da ALERJ, Paulo Melo (PMDB), aliado e 'homem de confiança' do governador no Legislativo. Os quatro contratos da Oriente são para obras na Região dos Lagos, duas em Saquarema (base eleitoral do deputado), uma em Maricá e outra em Araruama, onde fica a sede da construtora. Melo é casado com a prefeita de Saquarema, Franciane Motta. Em Saquarema, as intervenções da Oriente vão custar R$ 5,1 milhões ao Estado.
Blog do Jorjão

8 comentários:

  1. Parece que o "Império" de Paulo Melo em Saquarema vai chegar ao fim em 2012. O vereador mais votado da história de Saquarema e suplente de deputado federal mais votado na cidade, ver Pedro Ricardo http://pedroricardo.com.br/ tem nas pesquisas 23 pontos na frente da prefeita Franciane "Paulo Melo" Motta, ex-moradora da Reta Velha em Itaboraí que deve voltar pra casa... todos os impérios caíram na política... o próximo é Paulo Melo e Franciane Motta... "Muda pra melhor, Saquarema". Acesse o link http://horaagasaqua.blogspot.com/ e veja as novidades políticas sobre Saquarema.

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  2. O Conto das Cocadas.

    Era uma vez, um menino pobre, filho de um pedreiro e de uma parteira, que vendia as cocadas feitas por sua mãe, nas ruas da cidade de Saquarema, além de pedir esmolas aos turistas, para ajudar no sustento de sua família. Até que um dia, ao experimentar uma de suas “cocadas”, recebeu a visita de um ser que brilhava, em forma de mulher, que se apresentou como a Fada das Cocadas. Ela disse para aquele menino de 11 anos: “Paulo Cocada, você será o rei de um palácio na Capital da Guanabara”. Espantado com a anunciação, ele perguntou àquele ser de alucinação, a Fada das Cocadas, o que deveria fazer para se tornar um rei. Então a Fada lhe disse: você precisa ir à Capital, irás viver nas ruas, aprenderás todas as malandragens e falcatruas do mundo cão, serás recolhido para abrigo de menores abandonados, conhecerá o lado mais sombrio e obscuro da alma humana, aprenderá que moral e princípios só atrapalham quem quer ser poderoso. Quando tua alma e teu corpo já calejados pelas agruras dos necessitados, irá trabalhar em uma agência de carros, toparás participar em todas as maneiras de ludibriar clientes otários. Até que fará amizade com os servos de um órgão público, que cuida do emplacamento obrigatório dos carros, chamado DETRAN. Lá você aprenderá a ganhar dinheiro fácil, apenas preenchendo formulários e desembaraçando problemas criados pelos seus sócios funcionários e “esquentando” documentos “frios”. Chegarás a ter 50 funcionários no escritório, que serás dono, e quando já fores rico, serás candidato a vereador aqui em Saquarema, só por dois anos, pois já poderás se tornar deputado na eleição seguinte. Quando no Palácio da ALERJ estiver, faça alianças, revenda tua alma já tantas vezes vendida e chegarás a Presidente do Palácio Tiradentes.

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  3. Hipólito da Costa19 de junho de 2012 15:32

    Intolerância fatal.
    Quem segue de perto a política sabe que Sérgio Cabral é um cara descontrolado, com frequentes explosões de irritação e ataques de estrelismo. Já chamou médicos e policiais de ‘vagabundos’, as mulheres das comunidades de ‘fábricas de marginais’ e meninos carentes de ‘pivetes’. Há pouco tempo, o destemperado governador chamou bombeiros militares de ‘vândalos e irresponsáveis’. E, por último, os professores, que faziam um protesto, de ‘vagabundos". Tudo isso em público. Imaginem o que não fala pelos bastidores? A verdade é que está caindo a máscara de Cabral, e com ela também despenca, segundo pesquisas, o seu prestígio.

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  4. Em São Pedro da Aldeia também fazem a festa, o vice prefeito aprendeu com o amigo Paulo Melo e anda contratou um monte de parentes, amigos, filhos e amigos de filhos... dizem que passa de 300 os contratados com cargo de chefia... bem, isso todos sabem, não é mesmo? mas o que poucos sabem é o esquema fraudulento que sustentou os filhos do Marquinho da trecus neste 4 anos. Eles superfaturaram as notas fiscais da empresa que presta serviço em informática, que tá em nome de um laranja, mas na verdade pertence aos filho do vice e faturam por mês cerca de 20,000,00 em média e ainda são nomeados por Paulo Melo um como assessor e outro inspetor do Seap, passou ou foi passado para trabalhar lá. As noras têm cargos na prefeitura... o roubo e o nepotismo aqui é grande.

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  5. Na realidade o que deveria ser investigado são as urnas eleitorais. Em Saquarema-RJ aconteceu um fato muito estranho. Antes das eleições era só andar pelas ruas e perguntar em quem o eleitor iria votar que a resposta era unânime: Pedro Ricardo, candidato da oposição. Pois bem, o rapaz perdeu em todas, eu disse todas as 173 urnas da cidade. Perdeu e perdeu de muito. O mais estranho é que hoje, um mês após as eleições, você vai às ruas e os eleitores continuam unânimes em dizer que votaram em Pedro Ricardo. Seria muito mais cômodo pro eleitor dizer que votou na candidata vitoriosa. Mas não, o eleitor bate o pé afirmando que votou no outro. Curiosamente, é difícil encontrar alguém que confirme que votou na candidata vencedora, que coincidentemente é a esposa do deputado estadual Paulo Melo, presidente da ALERJ. Existem vários relatos da internet e inclusive vídeos no YOUTUBE atestando a vulnerabilidade das urnas eleitorais. Está lá pra quem quiser assistir. O fato é que esse triunvirato: Cabral, Zveiter e Paulo Melo atenta contra a democracia. Todos os poderes encontram-se de um lado só da balança, prejudicando a alternância do poder, principal filosofia da democracia. O fato é que não adianta espernear, pois o TSE, por mais que existam evidências que comprovem, jamais irá admitir fraudes em suas 'caixas pretas'. O ideal seria que a urna eletrônica emitisse, também, um cupom onde mostrasse em quem o eleitor votou. E que esse cupom fosse colocado numa urna tradicional ao lado dos mesários, para fins de comprovação posterior. Uma coisa é certa: nenhum outro país no mundo, depois de examinar, quis comprar nosso ‘avançadíssimo, rápido e moderno' método de escrutínio, nem o Paraguai.

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  6. Paulinho Jaconé4 de abril de 2015 22:06

    'Zezinho de Saquarema', assecla do deputado Paulo Melo, deu aval para farra com dinheiro público no vôlei.
    Tudo normal. Foi o que atestou o responsável pelo acompanhamento e fiscalização do Convênio 776592/2012, entre Confederação Brasileira de Vôlei (CBV) e Ministério do Esporte, radiografado pelo "Dossiê Vôlei" na última sexta-feira. A reportagem revela um conjunto de ações em desencontro com a lei que rege tais acordos. A assinatura que legitima e avaliza todas as ações do então mandatário da CBV, Ary Graça, no uso da verba pública é de Francisco José Amorim, que pediu votos para vereador nas últimas eleições como 'Zezinho', de Saquarema, cidade onde está também o Centro de Treinamento da entidade. Sob o número 12.123, obteve 876 votos. Não foi eleito mas não ficou sem cargo.
    'Zezinho de Saquarema', o homem que deu o ok para referendar que uma verba pública de R$ 4.749.931,48 (quatro milhões, setecentos e quarenta e nove mil, novecentos e trinta e um reais e quarenta e oito centavos) fosse usada incorretamente, é do PDT e atualmente está lotado na Controladoria Geral do Município (CGM) de Saquarema, cargo no qual assinou, em 21 de março de 2014, a "Declaração de Acompanhamento de Convênio".
    Político desde 1992, 'Zezinho de Saquarema' teve três mandatos de vereador, chegando a presidente da Câmara Municipal. Por nove vezes foi secretário municipal, muitas vezes retornando a mesma pasta.
    Foi o primeiro Controlador Geral do Município em Saquarema. Trabalhou também no gabinete do presidente da Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (ALERJ), Paulo Melo, do PMDB, seu padrinho político e marido da prefeita de Saquarema, Franciane Motta.
    Saiu do cargo de Assistente 3 no gabinete do presidente da Alerj em 31 de janeiro de 2014 e assumiu a CGM-Saquarema. Pouco depois, atestava a retidão do uso da verba pública no Convênio 776592/2012.
    Foi Paulo Melo o grande mentor da instalação do Centro de Treinamento da CBV em Saquarema. Em reportagem da "Folha de S. Paulo" de 11 de outubro de 2001, o deputado fala dos laços com o projeto.
    "Nós decidimos ceder o espaço para o vôlei porque acreditamos que a cidade será beneficiada. Com certeza, vamos conseguir mais turistas e empregos com o centro de treinamento", afirmou à época sobre a área de 105 mil metros quadrados, na qual o Ministério do Esporte e Turismo, enão com Carlos Melles, tinha previsão de investimento inicial de R$ 3,6 milhões.
    http://espn.uol.com.br/noticia/496963_zezinho-de-saquarema-deu-aval-para-farra-com-dinheiro-publico-no-volei

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  7. UM DIA A CASA CAI.
    Depois de amargar uma vergonhosa derrota na tentativa de reeleição à presidência da ALERJ e, ato contínuo, ser humilhado pelo novo presidente daquela Casa Legislativa com a implosão se sua candidatura para conselheiro do TCE o deputado perdeu todo o prestígio político que ele sempre achou que tinha, nos seus 30 anos de vida pública.
    As más línguas dizem até que houve uma comemoração geral promovida pelos servidores estatutários após sua funesta saída, pela porta dos fundos, do Palácio Tiradentes.
    Pois bem, escorraçado, quase que a pontapés, do Plenário Barbosa Lima Sobrinho o prepotente deputado passou a colher os frutos de sua arrogância.
    Promovendo uma faxina geral no ranço deixado por seu antecessor o atual presidente acabou por exonerar em 20 de julho próximo passado os últimos contratados que lá estavam por determinação do ex-presidente, eliminando, com isso, os resquícios de sua presença naquela Casa.
    Agora, recluso numa sala triste e baldia no Palácio Guanabara, que alguns teimam em chamar de Secretaria de Governo, o titular da pasta em sua rotina de trabalho finge não perceber que deputados estaduais de peso e prefeitos de cidades importantes do Estado sequer lhe cumprimentam quando visitam o Palácio Guanabara, entrando direto no gabinete do governador sem lhe dar nenhuma satisfação.
    Diante dos fatos expostos tem que se raciocinar que existirá uma dificuldade imensa de o deputado realocar esses futuros ex-aliados em outras contratações na estrutura do governo do Estado, já inchado de tantos cabides empregatícios. Ainda mais com os altos salários que esses contratados recebiam na ALERJ.
    Moral: quando esses correligionários se derem conta de que a fonte secou e que a falta de dinheiro fácil é uma via de mão única o relacionamento com o deputado vai ficar abalado.
    Críticas começaram a pipocar em todos os cantos da cidade, principalmente nas mesas da Bela Bel, onde em suas cadeiras se assentam a maior parte dos ex-donatários dos robustos salários que se esvaíram.
    Ingratidão vai ser um verbete simplório para adjetivar toda a gritaria dos imediatistas mal-agradecidos.
    Após a debandada geral, de uma hora para outra, quem era ‘ovacionado’, como estampou um jornal ‘chapa branca’ local, será execrado por àqueles que juravam amizade eterna até bem pouco tempo atrás.
    Como diz aquele velho ditado: “você só colhe aquilo que você planta”.

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  8. Aparício fernando25 de janeiro de 2016 21:50

    Saquarema, 25 de janeiro de 2016.
    A prefeitura de Saquarema, contrariando o que foi acordado no TAC - Termo de Ajustamento de Conduta junto ao MPRJ - Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro, através da 1ª Promotoria de Justiça de Tutela Coletiva de Saquarema, está promovendo, via edital em seu site oficial, um Processo Seletivo Simplificado que está em desacordo com os Incisos II, V e IX do Artigo 37 da Constituição Federal.
    Com uma carência de 500 professores de 1ª a 4ª séries (Professor MG 1ª), o município abriu edital para Concurso Público e estabeleceu em 73 o número de vagas.
    Dos 2448 candidatos que se inscreveram para o cargo de Professor MG 1ª mais de um milhar passaram na prova alcançando o número mínimo (50%) de acertos de questões, estando assim, aptos para serem convocados para assumirem o cargo. Portanto, em desalinho com o que foi acordado no TAC, não há nenhuma necessidade de se fazer um Processo Seletivo Simplificado já que tem candidatos que passaram no Concurso Público. Basta convocar os seguintes a partir do 73º até que se complete a carência de Professor MG 1ª.
    No edital do Processo Seletivo Simplificado estão oferendo 475 vagas para Professor MG 1ª, dentre outros cargos que também estavam no Concurso Público.
    Como estamos num ano eleitoral e, estando o candidato da situação numa posição desprivilegiada em relação às pesquisas de intenção de votos, a prefeitura está passando por cima do que foi acertado com o MPRJ - Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro, através da 1ª Promotoria de Justiça de Tutela Coletiva de Saquarema com o evidente interesse em burlar a Constituição Federal e praticando improbidade administrativa com o intuito de usar a máquina pública para saciar seus interesses eleitoreiros.
    Cabe a população em geral, aos concursados aprovados e, principalmente, ao MPRJ - Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro, através da 1ª Promotoria de Justiça de Tutela Coletiva de Saquarema ficarem atentos aos desmandos dos administradores e 'caciques' da cidade.

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