er

er

terça-feira, 13 de setembro de 2011

Paulo Melo, presidente da ALERJ chama o batalhão de choque para impedir entrada de manifestantes na casa

O presidente da ALERJ convocou o Batalhão de Choque da Polícia Militar, para garantir a votação do Projeto de Lei do governo do estado que entrega as unidades de saúde às Organizações Sociais (OS's). Bombeiros que ainda estão acampados na escadaria do palácio, servidores das saúde e sindicalistas foram impedidos de entrar na ALERJ, para assisitr a votação. Polícia usa spray de pimenta contra os manifestantes. A ALERJ é a casa do povo, mas no governo Cabral deixou de ser!
VIVA A DITADURA CABRALINA!!!!

3 comentários:

  1. É parece que o "Império" de Paulo Melo em Saquarema vai chegar ao fim em 2012. O vereador mais votado da história de Saquarema e suplente de deputado federal mais votado na cidade, ver Pedro Ricardo http://pedroricardo.com.br/ tem nas pesquisas 23 pontos na frente da prefeita Franciane "Paulo Melo" Motta, ex-moradora da Reta Velha em Itaboraí, deve voltar pra casa... todos os impérios caíram na política... o próximo é Paulo Melo e Franciane Motta... "Muda pra melhor, Saquarema". Acesse o link http://horaagasaqua.blogspot.com e veja as novidades sobre Saquarema.

    ResponderExcluir
  2. Hipólito José da Costa3 de outubro de 2011 18:23

    Ainda que em nossa imprensa existam uns poucos jornalistas que se dedicam ao ofício com a necessária isenção, a regra em nosso município tem sido outra. Boa parte dos profissionais age em defesa de interesses políticos ou mesmo outros que não os da verdade nua e crua.

    Chega ser vergonhoso na imprensa saquaremense a enorme diferença de tratamento dispensada ao “grupo” do deputado e aos seus opositores. Se por um lado Paulo Melo conta com enorme boa vontade da “mídia”, a oposição é alvo de tratamento antidemocrático.

    Empresários e jornalistas tem todo o direito de ter suas preferências partidárias. O problema, porém, é quando essas escolhas políticas desvirtuam por completo uma prática profissional onde isenção e credibilidade se fazem necessárias.

    O silêncio da imprensa não é apenas constrangedor, mas também vergonhoso. De todo modo, a população apesar de inconformada, não se surpreende, pois jamais poderia esperar coisa melhor de uma imprensa manipulada, mais preocupada em vender espaços publicitários que com notícias. É o que vulgarmente chamamos de “imprensa chapa-branca” que privilegia alguns políticos, sabe lá Deus por quais interesses em detrimento da informação.

    Deve ser triste formar-se em jornalismo e ter que se dobrar à força de um político que paga nosso salário. Publicar somente o que é ordenado quando temos entalado na garganta um grito contra o cerceamento da informação.

    Por certo deveríamos usar as páginas de tais veículos de comunicação como forro de gaiola de passarinhos. Ao menos lá os canários farão um serviço sujo, porém justo.

    ResponderExcluir
  3. Intolerância fatal.
    Quem segue de perto a política sabe que Sérgio Cabral é um cara descontrolado, com frequentes explosões de irritação e ataques de estrelismo. Já chamou médicos e policiais de ‘vagabundos’, as mulheres das comunidades de ‘fábricas de marginais’ e meninos carentes de ‘pivetes’. Há pouco tempo, o destemperado governador chamou bombeiros militares de ‘vândalos e irresponsáveis’. E, por último, os professores, que faziam um protesto, de ‘vagabundos". Tudo isso em público. Imaginem o que não fala pelos bastidores? A verdade é que está caindo a máscara de Cabral, e com ela também despenca, segundo pesquisas, o seu prestígio.

    ResponderExcluir